Números da SSP indicam a criminalidade em queda em Mogi Mirim
Secretarias: Segurança Pública e Defesa CivilData de Publicação: 14 de maio de 2025
Crédito da Matéria: Assessoria de Comunicação
Números da Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo revelam uma queda em alguns dos principais indicadores da criminalidade em Mogi Mirim. Crimes como homicídio, estupro e roubo de veículos apresentaram redução no registro de ocorrências em 2024, numa comparação com 2023. E em 2025, em apenas três meses (janeiro a março), a média mensal está bem abaixo dos anos anteriores.
A maior queda aconteceu nos casos de homicídio. Em 2023, foram oito registros. Em 2024, foram apenas dois casos. Queda de 75%. Neste ano, a polícia ainda não registrou crimes desta natureza. Diferente, por exemplo, de Mogi Guaçu, que já contabiliza cinco casos de homicídio em apenas três meses de 2025.
Outra redução bem acentuada foi registrada nos casos de estupro. Foram seis em 2023 e três em 2024. Uma queda de 50%. Já os estupros de vulnerável (quando a vítima é menor de 14 anos) tiveram uma redução de 41%, caindo de 22 casos em 2023 para 13 no ano passado. Neste ano de 2025, juntos, os dois crimes somam sete registros.
Também houve diminuição nos roubos de veículos. De 93 registros em 2023 para 66 em 2024, a queda foi de 30%. Neste ano, foram registrados 10 episódios entre janeiro a março. Um índice mensal de 0,8 carro roubado por mês, enquanto que em 2024, a media mensal de roubo foi de 5,5.
Os casos de furto em geral também apontaram queda nos números. Foram 810 registros em 2023, contra 736 em 2024. A queda foi de 9%. Neste ano de 2025, os 36 registros indicam um índice mensal de apenas três casos, contra 14,5 no ano passado.
COMPARAÇÃO
A média por 100 mil habitantes na somatória de todos os indicadores em Mogi Mirim é de 1.574 registros em 2023, contra 1.521 em 2024. Numa comparação com Mogi Guaçu, os números são bem menores. O município vizinho registrou 1.691 casos em 2023 e 1.576 em 2024, na média por 100 mil habitantes. Se comparando com o Estado de São Paulo, a diferença é ainda menor. No estado todo, foram 2.409 em 2023 e 2.289 no ano passado.
