Conselho Gestor de Saneamento Ambiental de Mogi Mirim é empossado
Departamentos: Autarquia - SAAEData de Publicação: 13 de novembro de 2025
Crédito da Matéria: Assessoria de Comunicação
Fotos: Assessoria de Comunicação
O Conselho Gestor de Saneamento Ambiental foi empossado nesta quarta-feira (12), na Casa dos Conselhos, e já tem como desafio imediato fomentar a participação ativa da sociedade civil na busca pela universalização dos serviços de abastecimento de água, esgotamento sanitário, drenagem urbana e manejo de resíduos sólidos. O Conselho, formado por representantes da administração municipal e da sociedade civil, será o responsável por planejar, fiscalizar e monitorar as ações de médio e longo prazos previstas no Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB).
Durante a reunião, foi formada a comissão para elaboração do regimento interno. O presidente do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgotos), Neiroberto Silva, reforçou a importância de trazer a população para ajudar no cumprimento das metas previstas no PMSB em atendimento às necessidades reais dos bairros. O Plano Municipal de Saneamento Básico prevê ações para os próximos 20 anos. Quanto mais transparência a gente der, mais as pessoas vão ter conhecimento para abraçar a causa, fiscalizar e propor caminhos para a universalização.
Fórum de Saneamento para Diretrizes
Para fortalecer o controle social e dar voz a toda população mogimiriana, o PMSB prevê a realização do Fórum Municipal de Saneamento Ambiental. O Fórum será responsável por avaliar a situação do saneamento e aprovar diretrizes para políticas públicas focadas na preservação da saúde e na proteção ambiental. O Conselho Gestor é composto por membros do SAAE e das Secretarias de Serviços Municipais, Obras, Habitação Popular, Assistência Social, Meio Ambiente e Saúde, além dos representantes da sociedade civil.
Importância da participação da Sociedade Civil
A participação da sociedade civil em fóruns de saneamento básico não é apenas simbólica: ela garante que decisões sejam mais democráticas, que os investimentos atendam às necessidades reais da população e que o direito universal ao saneamento seja efetivamente cumprido. Sem essa participação, há risco de políticas públicas se tornarem distantes da realidade cotidiana das pessoas.
